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Publicada em 25/05/2015 - 15h45
Da Redação

Secretário de Educação culpa ex-gestor por incompetência do Governo de Edilson Capote

Chico Marques não desviou recursos de creches


Secretário de Educação culpa ex-gestor por incompetência do Governo de Edilson Capote Ex-Prefeito Chico Marques

Em relatório encaminhado à Câmara Municipal, o Secretário de Educação, Prof. Cláudio César, após mais de dois anos do Governo do seu pupilo Edilson Capote, insiste em culpar a gestão do Ex-Prefeito Chico Marques, pela interrupção nas obras das creches Tipo “B”, do bairro Santinho, e a do tipo ‘C”, no São Cristovão, ambas com recursos da Proinfância, do Governo Federal, num montante de R$ 1.903.978,25 (um milhão novecentos e três mil novecentos e setenta e oito reais e vinte e cinco centavos).

O documento, registrado em cartório no dia 22 de Abril de 2013, mostra os valores desembolsados pela Prefeitura, até aquele momento.

No caso da creche do Santinho, foram liberadas duas parcelas que somam juntas R$ 610.629,31 (seiscentos e dez mil seiscentos e vinte e nove reais e trinta e um centavos), pagas à empresa Aguiar e Albuquerque Construções, faltando mais de meio milhão de reais, já que a obra está orçada em R$ 1.156,40 (um milhão, cento e oitenta mil duzentos e vinte e cinco reais e quarenta centavos).

Para a creche Tipo “C”, no São Cristovão, foram pagas quatro parcelas, uma para a ADM Construtora e três para a Construtora Monte Sinai, num total de R$ 464.290,51 (quatrocentos e sessenta e quatro mil duzentos e noventa reais e cinqüenta e um centavos). O valor total desse convênio é de R$ 617.749,85 (seiscentos e dezessete mil setecentos e quarenta e nove reais e oitenta e cinco centavos), a diferencia, neste caso, é de R$ 153.459,34 (cento e cinqüenta e três mil quatrocentos e cinqüenta e nove reais e trinta e quatro centavos), além de que a Prefeitura precisaria ter desembolsado como contrapartida, algo em torno de R$ 97.000,00 (noventa e sete mil reais).

O que está faltando, então para a continuidade das referidas obras é o empenho do Prefeito Pé de Barro, e de sua equipe para correr atrás da liberação do restante dos recursos e providenciar as contrapartidas.


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  1. Francinaldo
    29/05/2015 às 08:26h
    Senhor PEDRO não estou sendo puxa saco. Como mencionei no comentário, eu tenho como provar... Agora se você tem dúvidas, procure o relatório que está na Câmara que lá tem tudo com imagens e extratos e documentos comprobatórios... E o Capote não pagou a "essa empresa", foi pago a uma 2ª empresa que teve a abertura da Aba Obra Vinculada. E a 2ª empresa construiu muito além do valor recebido, ou seja ela construiu 29.03%. Totalizando 49,50% de toda a obra que já recebeu 75% do recurso. Portanto falta o FNDE pagar apenas 25% quando a obra falta ser construído 50,50%...
  2. pedro
    27/05/2015 às 19:53h
    rapaz parece gosaçao, professor deixe de ser puxa saco,se o chico marques tivesse deixado alguma irregularidade nestas obras o capote nao teria pago mas de 300,000,00 trezentos mil reais em março de 2013 para esta empresa,se tu conhece o programa como diz,tu tambem sabe que quando tem uma irregularidade em um convenio nao pode mas ser liberado nem mas um valor.
  3. Pedro Neto
    26/05/2015 às 16:52h
    o chico marques pegou a prefeitura só o bagaço do manin rego, não podia mesmo faze nada. pelo que o manin fez pra recuperar a viuva leva uns 20 anos
  4. Francinaldo de Jesus
    26/05/2015 às 11:51h
    Além disso, existem "restrições e inconformidades" que foram feitas fora o padrão do projeto original e o MEC exige que seja feito o reparo ou devolvido o valor que não foi gasto. Exemplo: a caixa d´água é de concreto e foi feito de manilhas. Nesse caso, o valor empregado foi inferior ao valor recebido e, ou a empresa constrói de concreto ou devolve o restante do dinheiro que não foi utilizado. As mesmas semelhanças aconteceu na Creche do Bairro São Cristóvão.
  5. Francinaldo de Jesus
    26/05/2015 às 11:49h
    Além disso, existem "restrições e inconformidades" que foram feitas fora o padrão do projeto original e o MEC exige que seja feito o reparo ou devolvido o valor que não foi gasto. Exemplo: a caixa d´água é de concreto e foi feito de manilhas. Nesse caso, o valor empregado foi inferior ao valor recebido e, ou a empresa constrói de concreto ou devolve o restante do dinheiro que não foi utilizado. As mesmas semelhanças aconteceu na Creche do Bairro São Cristóvão.
  6. Francinaldo de Jesus
    26/05/2015 às 11:48h
    Como o FNDE não repassa recursos duas vezes para a mesma obra, a mesma encontra-se paralisada e acredito eu que nunca vai ser concluída pois o proprietário da empresa Albuquerque, desde o final de 2012 não apareceu mais...
  7. Francinaldo de Jesus
    26/05/2015 às 11:47h
    O problema da Creche do Santinho é que foram desembolsados, pagos e não foi construído... dos 50% que a empresa Albuquerque recebeu, só foi construído 28,84%, ou seja, 21,16% do total recebido não foram aplicados e, por essa razão o FNDE bloqueou a obra e assim, não vem o restante dos recursos enquanto não for construído... (tenho como provar pelo próprio sistema SIMEC - Sistema de Monitoramento e Controle do FNDE e por documentos).
  8. Francinaldo de Jesus
    26/05/2015 às 11:44h
    Eu estou respondendo porque faz parte do programa (Plano de Ação Articulada - PAR) que trabalho desde a época do Prefeito Chico Marques e ninguém está acusando a administração dele, mas as empresas que não executaram... Se bem que por orientação dos técnicos do FNDE não se pode pagar serviço de obra sem estar executado... Agora mesmo será construído uma escola de mais de 3 milhões e o repasse só vai ser feito à medida que a construtora for executando... pra evitar que a empresa suma com o dinheiro...
  9. Zé Pezão
    25/05/2015 às 22:30h
    Rapaz isso é de matar de rir, o capote botar culpa no ex-prefeito pela sua incompetência e pela administração desastrosa que vem fazendo